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Edição de hoje19 histórias · 835 matérias comparadas2 pontos cegosAtualizado · Agora mesmo
Economia·6 fontes Análise Argos

Após reeleição de Lula e eleições legislativas nos EUA, Ibovespa oscila e dólar sobe com alta dos juros futuros

Em 4 de novembro de 2026, o Ibovespa abriu em alta, chegando a 167.391,97 pontos às 11h02, com variação de 1,13% (Metropoles Brasil), e o Estadão registrou alta de 1,29%, aos 167.656,02 pontos, após seis pregões seguidos de queda. Os veículos divergem sobre o momento do pregão: o Metropoles Brasil, em parte do texto, trata a abertura como sendo de terça, e o InfoMoney Geral menciona uma leitura das 11h38 'desta sexta'. A alta ocorreu um dia após as eleições legislativas nos Estados Unidos, em que o Partido Democrata conquistou a Câmara e o Senado, retirando do Partido Republicano o controle das duas casas e dificultando a agenda do presidente Donald Trump. No Brasil, a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou reprecificação dos ativos: segundo o Money Times e o InfoMoney Geral, a taxa DI para janeiro de 2035 subiu de 12,7% para cerca de 15,5%. O Metropoles Brasil cita dólar cotado a R$ 5,47 por volta das 11h, após abrir a R$ 5,45. O Copom se reuniria na quarta-feira (4) com expectativa de manutenção da Selic em 13,75%, segundo o Metropoles Brasil. Pesquisa da XP com 20 gestoras multimercados, citada pelo Money Times, indicou que 75% esperavam manutenção e 25% um corte de 0,25 ponto percentual. O Citi rebaixou a recomendação do Magazine Luiza (MGLU3) de Compra/Alto Risco para Neutra/Alto Risco e elevou a Alpargatas (ALPA4) de Venda para Compra, segundo o Money Times e o InfoMoney Geral. O Seu Dinheiro afirma que o Ibovespa tombou 13,9% em um único dia após a eleição, dado que não aparece nas demais fontes e que não foi confirmado no conjunto analisado. As fontes foram lidas apenas em trechos e manchetes; os números de pontos e percentuais citados referem-se a momentos distintos do pregão.

Atualizado · 8min atrás

Esquerda 17%Centro 17%Direita 67%
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Politica·14 fontes Análise Argos

EUA: eleições de meio de mandato elegem primeiros representantes de minorias e democratas retomam Congresso

Economia·7 fontes Análise Argos

Copom decide Selic nesta quarta-feira (4), com taxa em 13,75% e expectativas divergentes

Economia·7 fontes Análise Argos

Copom se reúne com Selic em 13,75% e expectativa majoritária de pausa nos cortes

Ponto cego

O que um dos lados não está contando

Histórias cobertas de forma desproporcional por um lado do espectro político.

Direitos Humanos·10 fontesPouco coberta pela esquerda

Eleições de meio de mandato nos EUA elegem primeiros representantes de minorias em cargos inéditos

Nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, realizadas na terça-feira (3 de novembro de 2026), os democratas retomaram o controle do Congresso, segundo o Estadao. O Poder360 informa que o partido impôs derrota aos republicanos tanto na Câmara quanto no Senado. Em Michigan, o democrata Abdul El-Sayed, filho de imigrantes egípcios, foi eleito senador ao vencer o republicano Mike Rogers por 51,8% a 46,2%, segundo o Poder360, e se tornou o primeiro senador muçulmano do país. A idade dele diverge entre as fontes: 41 anos no Poder360 e 42 no IstoE. Na mesma eleição estadual, Jocelyn Benson foi eleita governadora de Michigan ao derrotar John James, segundo projeção da Associated Press citada pelo InfoMoney. Outros resultados citados pelas fontes: Keisha Lance Bottoms tornou-se a primeira governadora negra da Geórgia ao derrotar Rick Jackson (Estadao e Terra); Deb Haaland foi eleita governadora do Novo México e é a primeira indígena no cargo (Estadao e Terra); Gina Hinojosa aparece no Terra como primeira latina governadora do Texas e Byron Donalds como primeiro negro governador da Flórida; Xavier Becerra é citado pelo Terra como primeiro latino a governar a Califórnia. Peggy Flanagan foi eleita senadora por Minnesota e será a primeira mulher indígena no Senado (Estadao, InfoMoney e Terra). Chris Pappas venceu John E. Sununu em New Hampshire. O Estadao diz que ele será o primeiro homem abertamente gay eleito para o Senado e ressalva que Tammy Baldwin foi a primeira pessoa abertamente gay eleita para a Casa, em 2012. O Terra usa a expressão “primeiro senador abertamente gay” sem essa ressalva. O Valor, citando o Caucus das Mulheres Democratas, informa que mais de 100 mulheres democratas foram eleitas para a Câmara, contra 76 em 2016. A mesma fonte fala em aumento de “mais de 60%”, percentual que não bate com esses números absolutos (cerca de 32%); o percentual é do próprio Valor, não do Caucus. O Estadao também registra a eleição do brasileiro Felipe Sousa-Lazaballet para a Câmara dos Representantes da Flórida. Vários textos estão truncados ou parciais nas fontes disponíveis, e alguns veículos tiveram apenas manchete e linha fina extraídas.

Esquerda 10%Centro 70%Direita 20%

Só 1 de 10 fontes são de veículos à esquerda.

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Cobertura comparada · 13 histórias

Economia·6 fontes Análise Argos14h atrás

Economista André Lara Resende propõe redução gradual da Selic; governo e PT negam discussão da proposta

O economista André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real, propôs em artigo publicado em 25 de setembro de 2026 no Substack a criação de um Conselho Fiscal Monetário Nacional e a redução gradual da Selic dos atuais 13,75% ao ano para cerca de 7,5% em 12 meses. Segundo o texto, o principal motor do desequilíbrio fiscal seria o custo elevado da dívida pública, e não o déficit primário. A proposta ganhou repercussão após rumores de que teria sido apresentada ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No dia 3 de novembro de 2026, o economista John Cochrane, da Universidade Stanford, publicou no Substack a análise “Fisher and Resende in Brazil”, em que elogia o texto, mas manifesta “preocupações”, sobretudo com o lado fiscal. Na mesma data, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a proposta tem “deficiências” e não é discutida pelo Executivo, e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que ela “nunca foi debatida” com Lula ou com a legenda. O coordenador do programa de governo, José Sergio Gabrielli, disse ser favorável a um conselho fiscal e monetário, mas não à redução forçada dos juros. Os textos consultados não trazem a íntegra de todos os trechos citados, e alguns veículos só foram lidos por manchete e linha fina.

EstadaoFolha Em Cima da HoraPoder360
Politica·15 fontes Análise Argos14h atrás

Flávio Bolsonaro registra presença e vota remotamente na PEC da Segurança Pública no Senado a partir dos EUA

Na terça-feira (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou presença e votou a favor da PEC da Segurança Pública em sessão semipresencial do Senado, participando remotamente de Estados Unidos, para onde deixou o Brasil em 27 de outubro, após perder a eleição presidencial e depois de ser intimado a entregar o passaporte por ordem do ministro Alexandre de Moraes (STF). Segundo os textos, ele não comunicou a viagem à Mesa Diretora. A proposta foi aprovada em dois turnos. Revista Fórum e Estadão relatam 73 votos a zero no primeiro turno e 75 a zero no segundo; IstoE cita 73 a zero no primeiro turno; Valor afirma que ele votou nos dois turnos. O senador também votou contra o requerimento para separar a discussão sobre a redução da maioridade penal, que o Estadão relata ter sido afastada por 38 votos a 36. O líder do PL, Carlos Portinho, disse que Flávio trocou de número e habilitou o celular para votação remota por chamada de vídeo. Metrópoles Colunas relata uma tentativa anterior pelo celular que não funcionou; G1 e VEJA Brasil relatam o registro de presença. A PEC, apontada por vários textos como prioridade do governo Lula, incorpora o Sistema Único de Segurança Pública à Constituição e amplia a integração entre União, estados e municípios. Segundo o Estadão, a proposta ainda depende de promulgação pelo Congresso. Metrópoles Mundo relata que o deputado democrata Robert Garcia (EUA) pediu ao Departamento de Estado a deportação de Flávio “imediatamente”, em carta enviada na segunda-feira (2/11). Os textos disponíveis são parciais: Gazeta do Povo e Metrópoles Mundo foram lidos apenas por manchete, linha fina ou trecho inicial, e não se pode afirmar que foram lidos na íntegra.

EstadaoVEJA PoliticaGazeta do Povo Republica
Politica·30 fontes Análise Argos15h atrás

Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos, sem redução da maioridade penal

Na noite de terça-feira (3/11/2026), o Senado aprovou em dois turnos a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025). O placar foi de 73 votos a zero no primeiro turno e 75 a zero no segundo, segundo Agência Brasil, Camara dos Deputados, Estadão e InfoMoney. A Agência Brasil informa que eram necessários ao menos 49 votos favoráveis. O texto inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição, amplia a atuação da União e a integração entre União, estados e municípios, e prevê regras mais duras para chefes de facções e milícias. Segue agora para promulgação pelo Congresso, sem data definida, segundo InfoMoney. Lula comemorou a aprovação e reafirmou a criação do Ministério da Segurança Pública. A Valor informa que a Esplanada terá 39 pastas e que o nome do titular ainda é incerto. O Metropoles Brasil relata que o governo prepara o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública, informação que não aparece nos trechos da Valor disponíveis. Sobre a maioridade penal, um requerimento aprovado por 38 votos a 36 (Congresso em Foco e Revista Oeste; a Revista Oeste registra ainda uma abstenção) separou as emendas do texto da PEC, que passarão a tramitar em separado. As fontes divergem sobre a faixa proposta: a Agência Brasil fala em redução de 18 para 16 anos, ou até 14; o Poder360 em 16 anos para crimes hediondos; a InfoMoney em 16 anos para crimes graves e 18 nos demais casos. VEJA não traz faixa etária nos trechos disponíveis. Quanto à autoria, o Congresso em Foco cita emendas de Rogério Marinho (PL-RN), a A Pública diz que o texto seguirá o proposto por Camilo Santana (PT-CE), e a InfoMoney fala em proposta do governo. Estadão, G1 e IstoE relatam acordo entre governo e oposição para votar a redução na quarta-feira (4/11), mas as fontes consultadas não trazem o resultado dessa votação. Os trechos disponíveis não permitem confirmar o desfecho.

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