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Edição de hoje6 histórias · 785 matérias comparadas2 pontos cegosAtualizado · Agora mesmoSeção: Economia · Limpar filtros
Economia·7 fontes Análise Argos

Copom decide Selic nesta quarta-feira (4), com taxa em 13,75% e expectativas divergentes

Nesta quarta-feira (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide a taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano, na primeira reunião após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão deve ser anunciada no início da noite. Segundo o Valor Economico, de 105 casas ouvidas em pesquisa, 72 esperam manutenção da Selic e 33 projetam ao menos mais um corte de 0,25 ponto percentual; o veículo diz que um dos principais termômetros será a estimativa de inflação para o segundo trimestre de 2028. A IstoE afirma que a expectativa predominante entre analistas é de corte de 0,25 ponto, levando a taxa a 13,50%. As fontes divergem sobre a expectativa predominante (manutenção no Valor, corte na IstoE), e o texto registra essa divergência sem resolvê-la. No mercado, o Ibovespa subiu nesta quarta-feira após seis sessões de queda, acompanhando o avanço das bolsas internacionais depois das eleições de meio de mandato nos EUA, em que os democratas venceram na Câmara e no Senado. O Valor registra alta de 1,18% por volta das 10h30, e a VEJA, de 0,82% às 11h20; são medições em horários diferentes. O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, disse que o mercado aguarda a definição do ministro da Fazenda e alertou, segundo Valor e Money Times, contra tentar reduzir os juros no curto prazo sem condições para uma queda sustentável. Parte das matérias disponíveis tem apenas manchete e linha fina, e as análises se baseiam nesses trechos, sem leitura integral.

Atualizado · 19min atrás

Esquerda 14%Centro 29%Direita 57%
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Economia·7 fontes Análise Argos

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Cobertura comparada · 2 histórias

Economia·11 fontes Análise Argos13h atrás

Dólar fecha perto de R$ 5,48 e Ibovespa cai 1,42% após feriado e sexta queda seguida

Na terça-feira (3/11), o Ibovespa fechou em queda de 1,42%, aos 165.528,92 pontos, na primeira sessão de novembro após o feriado de Finados, e registrou a sexta queda consecutiva desde a reeleição de Lula em 25 de outubro. Segundo a Agência Brasil, o índice chegou à mínima de 164.446,53 pontos e atingiu o menor nível desde janeiro. O dólar subiu, com divergência entre as fontes sobre o tamanho da alta: a Agência Brasil e a Notícias ao Minuto falam em 0,74%, cotado a R$ 5,486, enquanto o Metropoles fala em 0,79%, a R$ 5,48, no maior valor de fechamento do ano. Entre os fatores citados estão a queda do petróleo durante o feriado, com expectativas de avanço nas negociações entre EUA e Irã, a repercussão de uma possível reunião entre Lula e André Lara Resende (que o ministro Dario Durigan negou), dúvidas fiscais e a expectativa pela decisão do Copom, prevista para quarta-feira (4/11), com a Selic em 13,75%. O Boletim Focus elevou a projeção de IPCA para 2027 de 4,34% para 4,76%, acima do teto da meta de 4,5%, e a estimativa da Selic para o fim de 2027 de 11,75% para 12,50%. A Petrobras esteve entre as principais pressões sobre o índice. O Metropoles informa queda de 6,15% nas preferenciais (PETR4), enquanto a manchete do Suno fala em queda de « quase 4% ». O Estadão, em artigo de opinião, cita outra sessão, a primeira após o segundo turno, em que o Ibovespa caiu 13,88% a 176.608 pontos e o dólar subiu 8,36%, com acionamento do circuit breaker; essa informação não tem correspondência nas demais fontes do lote, que mencionam nível acima de 205 mil pontos antes da eleição. Os textos foram lidos apenas em parte (trechos extraídos e linhas finas), e algumas matérias trazem só manchete e linha fina.

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Economia·6 fontes Análise Argos13h atrás

Economista André Lara Resende propõe redução gradual da Selic; governo e PT negam discussão da proposta

O economista André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real, propôs em artigo publicado em 25 de setembro de 2026 no Substack a criação de um Conselho Fiscal Monetário Nacional e a redução gradual da Selic dos atuais 13,75% ao ano para cerca de 7,5% em 12 meses. Segundo o texto, o principal motor do desequilíbrio fiscal seria o custo elevado da dívida pública, e não o déficit primário. A proposta ganhou repercussão após rumores de que teria sido apresentada ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No dia 3 de novembro de 2026, o economista John Cochrane, da Universidade Stanford, publicou no Substack a análise “Fisher and Resende in Brazil”, em que elogia o texto, mas manifesta “preocupações”, sobretudo com o lado fiscal. Na mesma data, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a proposta tem “deficiências” e não é discutida pelo Executivo, e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que ela “nunca foi debatida” com Lula ou com a legenda. O coordenador do programa de governo, José Sergio Gabrielli, disse ser favorável a um conselho fiscal e monetário, mas não à redução forçada dos juros. Os textos consultados não trazem a íntegra de todos os trechos citados, e alguns veículos só foram lidos por manchete e linha fina.

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